Regulamentos

Regulamento nº. 455/2013 - Regulamento de Qualidade de Serviço do Setor Elétrico e Manual de Procedimentos da Qualidade de Serviço

Diretiva nº. 20/2013 - Parâmetros de Regulação da Qualidade de Serviço do setor eléctrico (em anexo)

Diretiva nº. 21/2013 - Prazos para a classificação de Eventos Excecionais e para o envio de informação à ERSE no âmbito do Regulamento da Qualidade de Serviço do setor elétrico

PDF Diretiva nº. 20/2014 - Revisão do Manual de Procedimentos da Qualidade de Serviço.

Diretiva nº. 11/2017 - Aprova a alteração ao Procedimento nº. 9 do Manual de Procedimentos da Qualidade de Serviço do setor elétrico relativo a medições da qualidade de energia elétrica na sequência de reclamações dos clientes

Informações

Qualquer informação identificada neste separador pode ser disponibilizada gratuitamente em papel

Segurança na utilização da energia elétrica ORD

Importante

Assegure-se de que, durante a realização de qualquer reparação ou limpeza, os electrodomésticos estão desligados e que não serão ligados inadvertidamente.

No caso de falta de energia eléctrica deverá considerar as suas instalações permanentemente em tensão, ou seja, actue como se não tivesse existido interrupção de fornecimento de electricidade.

A Electricidade e as Crianças

Não deixe que as crianças introduzam os dedos e objectos nas tomadas.

Para evitar que tal aconteça, prefira tomadas com alvéolos protegidos ou então instale obturadores nas tomadas já existentes. Sempre que se afastar das crianças desligue os aparelhos que produzem calor (ferro de passar, placas eléctricas...), e não os deixe ao seu alcance.

Prefira os brinquedos eléctricos que são equipados com um transformador que reduz a tensão a um valor inofensivo ou os que são alimentados a pilhas.

Electricidade no Exterior
Tenha cuidado sempre que utilizar uma peça metálica de grande comprimento (uma escada, uma cana de pesca, um mastro, etc.) perto de uma linha aérea.

Em caso de trovoada, nunca se abrigue debaixo de uma árvore ou perto de um curso de água.

Não fixe cordões de roupa, vedações, etc. a postes ou colunas eléctricas. Não toque em cabos eléctricos caídos no chão. Sempre que se depare com tal situação, ligue imediatamente para o número de telefone 256 692 318 .

Antes de utilizar um aparelho eléctrico no exterior, assegure-se que o solo não está molhado e verifique se o aparelho eléctrico possui duplo isolamento ou uma ficha de ligação à terra.

Electricidade e Águas
Nas casas de banho, há regras de segurança que devem ser respeitadas de forma muito rigorosa.

Zona Vermelha: Volume de Interdição

  • Interdita a instalação e utilização de qualquer aparelho eléctrico.
  • Zona laranja: Volume de Protecção
  • Permitidos apenas botões de sinalização com cordão isolante, desde que alimentados em tensão reduzida de segurança (25V ou inferior), ou por intermédio de transformadores de classe II de duplo isolamento.
  • Zona Verde: Volume Livre

Permitidos todos os aparelhos, preferencialmente os protegidos contra queda de gotas de água e de classe II.

Nestas divisões, não é permitida a utilização de aparelhos eléctricos portáteis, a menos que sejam de duplo isolamento (classe II ). Não ligue convectores ou radiadores na casa de banho se eles não estão especificamente concebidos para este tipo de divisão. O contacto da água com estes aparelhos é perigoso.

Os aparelhos de aquecimento e chuveiros eléctricos a instalar nas casas de banho, devem obedecer aos seguintes requisitos:

  • Ser alimentados por um circuito próprio (não podem ser ligados através de uma ficha e tomada);
  • Ser protegidos por um aparelho diferencial de alta sensibilidade;
  • Ser controlados através de interruptor no exterior da casa de banho ou por um interruptor com um cordão;

Não deve tocar num aparelho eléctrico se estiver no lavatório, banheira ou duche. Há perigo de electrização e de morte (electrocussão).

Nunca utilize os aparelhos eléctricos com as mãos molhadas ou se tiver os pés na água. O risco de sofrer uma electrocussão é muito elevado.

Desligue os electrodomésticos da corrente (ferros eléctricos, frigoríficos, trituradoras, mixers, etc.) antes de os limpar ou lavar. Nunca os mergulhe em água nem os lave debaixo da torneira. As varetas, lâminas e outros acessórios similares devem ser retirados e lavados separadamente. Nunca apague um fogo de origem eléctrica com água. Em caso de incêndio, deverá desligar toda a sua instalação eléctrica e utilizar um extintor apropriado.

Cabos e Tomadas

Os cabos eléctricos devem ter a secção adequada e devem ser protegidos por condutores de terra.

Deve-se sempre verificar se os cabos estão partidos, deteriorados e se têm nós ou o isolamento danificado. Em qualquer uma dessas situações, mande imediatamente efectuar a sua reparação ou substituição.

Não transporte os aparelhos ou ferramentas eléctricas pelo cabo.

Antes de ligar o aparelho verifique se os cabos de ligação são suficientemente compridos.

Ao desligar um aparelho da tomada puxe sempre pela ficha e nunca pelo cabo eléctrico.

Evite deixar desnecessariamente cabos estendidos pelo chão. Não coloque cabos eléctricos por baixo de tapetes ou alcatifas onde eles serão pisados e onde qualquer avaria será dificilmente detectada.

Ao utilizar uma extensão eléctrica, ligue primeiro a extensão ao aparelho e só depois aquela à tomada. Ao desligar proceda pela ordem inversa.

Não utilize extensões enroladas para alimentar aquecedores ou outros aparelhos de potência elevada.

Evite as ligações com fichas de tomada tripla. As tomadas da instalação não estão preparadas para uma sobrecarga electrotérmica desta natureza.

A solução correcta para ligar vários aparelhos no mesmo local é utilizar tomadas múltiplas ou uma pequena extensão com o número de tomadas necessárias e ligar cada aparelho a uma tomada.

As tomadas partidas ou desmontadas e os interruptores defeituosos constituem perigo, pelo que devem ser imediatamente substituídos.

Não introduza objectos metálicos nas tomadas.

Aparelhos Eléctricos

Ao adquirir um aparelho eléctrico, confirme se possui a certificação de conformidade europeia CE e instruções em Português.

Certifique-se de que existe uma garantia do fornecedor ou do distribuidor em Portugal de um serviço de assistência pós-venda.

Antes de pôr a funcionar um electrodoméstico novo, assegure-se de que está em bom estado, leia as instruções de funcionamento e tenha em consideração a sua potência eléctrica.

Ao ligar um aparelho, tenha em atenção que o mesmo pode necessitar de ser ligado à terra de protecção. Se a ficha de origem for própria para ligação à terra ligue-o sempre a uma tomada com ligação à terra.

Instale nos aparelhos sensíveis (computadores, impressoras, scanners, telefax, etc.) dispositivos de protecção contra sobretensões para evitar danos indesejáveis.

Não deixe nunca um aparelho ligado inutilmente. Tenha em especial atenção o ferro eléctrico, que imediatamente após ser utilizado, deve ser desligado e colocado em lugar seguro, atendendo-se às inevitáveis necessidades de arrefecimento.

Se ao utilizar um aparelho eléctrico, sentir formigueiro, desligue-o da corrente e mande-o reparar.

Alguns electrodomésticos, especialmente fornos, televisores equipamento de som, devem colocar-se a uma certa distância da parede para evitar o sobreaquecimento. No caso de aparecer fumo ou algum cheiro fora do comum, deverá desligar imediatamente os aparelhos e solicitar o apoio de um técnico.

Tenha ainda em atenção o calor das lâmpadas e evite a sua aproximação a pilhas de papéis e cortinados.

A solução correcta para ligar vários aparelhos no mesmo local é utilizar tomadas múltiplas, ou uma pequena extensão com o número de tomadas necessárias e ligar cada aparelho a uma tomada.

Atuação em caso de avaria ou interrupção do fornecimento de energia elétrica ORD

Estimado Cliente

A falta de energia eléctrica na sua instalação poderá dever-se a vários factores, sendo os mais usuais:

Número excessivo de aparelhos ligados em simultâneo (sobrecarga);

Avaria de algum dos seus aparelhos ou da sua instalação eléctrica;

Avaria ou deficiência exterior à sua instalação eléctrica.

Assim, no caso de falta de energia, deixamos as seguintes recomendações:

Instruções a seguir

1- Quadro Geral
Verifique se o Disjuntor Geral, bem como algum ou todos os disjuntores do Quadro Geral se encontram na posição de desligados.
2- Disjuntores
Se o Disjuntor Geral ou algum dos disjuntores parciais estiver na posição de desligado, volte a ligá-lo. Se com todos os disjuntores ligados a falta de energia persistir, passe para o ponto 3. Se os disjuntores voltarem a desligar passe directamente para o ponto 4.
3- Falta de energia com todos os disjuntores ligados
Se a falta de energia persistir com todos os disjuntores ligados, queira contactar os nossos serviços através do número de telefone de avarias 800 914 514, indicando o código de Identificação do Local (CIL), que consta na sua factura de energia eléctrica, e o nome do titular do contrato.
4- O disjuntor volta a desligar

Se voltar o desligar, significa que:

  • Poderá haver demasiados aparelhos ligados (sobrecarga);
  •  Terá algum dos seus aparelhos ou a sua instalação eléctrica com alguma avaria.
5- Localização da avaria, ou sobrecarga num circuito eléctrico
  • Desligue todos os disjuntores do seu Quadro Geral;
  • Ligue o Disjuntor Geral;
  • Ligue os disjuntores do Quadro Geral um a um;

Importante: Se ao ligar algum disjuntor do Quadro Geral, este voltar a desligar, localizou qual o circuito eléctrico que originou a avaria ou que está em sobrecarga. Note que há avarias que poderão também originar o desligar do Disjuntor Geral.

6- Verificação da avaria do circuito eléctrico
Desligue todos os aparelhos ligados ao circuito.
Volte a ligar o disjuntor que desligou e o Disjuntor Geral (caso o tenha desligado); se voltar(em) a desligar, a avaria está localizada no seu circuito eléctrico. Deixe o disjuntor parcial do Quadro Geral desligado, volte a ligar o Disjuntor Geral (caso o tenha desligado) e providencie a necessária reparação do circuito eléctrico.
7- Identificação do aparelho que originou a avaria ou sobrecarga
Comece a ligar, um a um, os aparelhos que desligou.
Se ao ligar algum dos aparelhos o disjuntor volta a desligar, localizou o aparelho que origina a avaria ou a sobrecarga no seu circuito eléctrico. Deixe o aparelho desligado, volte a ligar o disjuntor parcial e o Disjuntor Geral (caso o tenha desligado) e os restantes aparelhos.

Ligações às Redes ORD

A ligação à Rede Elétrica corresponde às infraestruturas elétricas que permitem a ligação entre uma instalação elétrica e a rede existente.

O ponto de ligação à rede é o local da rede existente mais próximo da instalação do requisitante que disponha de condições técnicas para o efeito, designadamente em termos de potência disponível.

Os pontos de ligação à rede em Baixa Tensão são:

  • Armários de Distribuição, na rede subterrânea de Baixa Tensão.
  • Apoios de rede na rede aérea de Baixa Tensão.
  • Ligadores dos cabos da rede de Baixa Tensão instalados nas fachadas dos edifícios.
  • Postos de Transformação.

Elementos de ligação de Uso Exclusivo: parte da ligação por onde esteja previsto transitar, exclusivamente, energia consumida na instalação em causa. Corresponde ao troço da ligação mais próximo da instalação consumidora até ao ponto de ligação à rede elétrica, donde seja possível alimentar outros consumidores. O comprimento máximo fixado pela ERSE é de 30 metros.

Os encargos dos elementos de Uso Exclusivo são calculados e orçamentados de acordo com o tipo de rede, aérea ou subterrânea, e de acordo com a potência solicitada pelo requerente. A sua construção poderá ser da responsabilidade do requisitante e executada por pessoa habilitada, mediante orientação e fiscalização da Cooperativa, quer a nível de materiais quer a nível de execução.

Elementos de ligação de Uso Partilhado: parte da ligação onde pode transitar energia elétrica para abastecer mais do que uma instalação. Corresponde ao comprimento que excede o valor do elemento de Uso Exclusivo. O Operador da Rede de Distribuição poderá sobredimensionar a ligação de Uso Partilhado, de modo a que possa a vir a ser utilizada para a ligação de outras instalações.

Os encargos dos elementos de ligação de Uso Partilhado são fixados anualmente pela ERSE. A sua construção poderá ser da responsabilidade do requisitante e executada por pessoa habilitada, desde que haja acordo da Cooperativa nesse sentido, ficando a orientação e fiscalização a cargo da Cooperativa, quer a nível de materiais quer a nível de execução.

Depois de construídos, os elementos de ligação passam a fazer parte integrante da Rede Eléctrica, logo que sejam considerados pela Cooperativa (ORDBT) em condições técnicas de exploração.

No caso de instalações provisórias ou instalações eventuais, em que findo o período de utilização se opte pela desmontagem dos elementos de ligação para uso exclusivo, estes ficam propriedade do requisitante, o qual deve suportar integralmente os encargos com a sua desmontagem, salvo acordo em contrário com a Cooperativa.

Sobre este assunto foi elaborado folheto “Ligação à Rede Elétrica da Cooperativa Elétrica de Loureiro”, para disponibilização ao cliente na sede da CEL ou no site da CEL, com documentação a apresentar na CEL para efetuar o pedido de ligação e composição do orçamento.

Nota Informativa nº. 3/2014

Folheto ligação à rede elétrica da CEL

Indicadores de qualidade de serviço, padrões e compensações por incumprimento ORD COM

Leitura de equipamentos de medição ORD

A CEL tem na sua equipa dois leitores / cobradores ao dispor dos seus clientes, que efetuam as leituras dos contadores mensalmente. Em breve será disponibilizada uma nova modalidade para comunicação de leituras: pelo telefone, sem custos para o cliente.

Caso o contador esteja dentro da habitação e esta se encontre fechada, o cliente deve enviar as leituras para a CEL por email para celoureiro@celoureiro.com ou através do telefone para o número verde 800 914 514.

Clientes Prioritários e Clientes com necessidades Especiais ORD

Clientes Prioritários

Segundo o artigo 63º. do Regulamento de Qualidade de Serviço, são considerados Clientes Prioritários, aqueles que prestam serviços de segurança ou saúde fundamentais à comunidade e para os quais a interrupção de fornecimento de energia elétrica causa graves alterações à sua atividade, nomeadamente:

  • Estabelecimentos hospitalares, centros de saúde ou outras entidades que prestem serviços equiparados;
  • Forças de Segurança e instalações de segurança nacional;
  • Bombeiros;
  • Proteção Civil;
  • Clientes que se encontrem nas condições em que a sua sobrevivência ou a mobilidade dependam de equipamentos cujo funcionamento é assegurado pela rede elétrica;
  • Equipamentos dedicados à Segurança e gestão de tráfego marítimo ou aéreo;
  • Instalações penitenciárias.

Estão excluídas todas as instalações que, pertencendo aos clientes prioritários, não sirvam os fins que justificam o seu caráter provisório.

Sem prejuízo dos direitos especiais, os Clientes Prioritários devem tomar medidas de precaução adequadas à sua situação, nomeadamente no que se refere a sistemas de alimentação de socorro ou de emergência.

Registo de Clientes Prioritários

Para assegurar esta forma de tratamento personalizado, os Clientes Prioritários podem registar-se junto da CEL, sendo necessário o preenchimento do seguinte modelo.

Para qualquer esclarecimento adicional contactar os serviços administrativos da CEL através dos contactos telefónicos disponíveis ou através do email celoureiro@celoureiro.com.

Clientes com Necessidades Especiais

Segundo o artigo 62º. do Regulamento de Qualidade de Serviço, consideram-se clientes com necessidades especiais, os seguintes clientes:

  • Clientes com limitações no domínio da visão – cegueira total ou hipovisão;
  • Clientes com limitações no domínio da audição – surdez total ou hipoacusia;
  • Clientes com limitações no domínio da comunicação oral;
  • Clientes para as quais a sobrevivência ou a mobilidade dependam de equipamentos cujo funcionamento é assegurado pela rede elétrica;
  • Clientes que coabitem com pessoas nas condições do ponto anterior

Sem prejuízo dos direitos especiais, os Clientes com Necessidades Especiais devem tomar medidas de precaução adequadas à sua situação, nomeadamente no que se refere a sistemas de alimentação de socorro ou de emergência.

Com vista a garantir o direito à informação e a um relacionamento comercial de qualidade são adotadas medidas adequadas às especificidades dos clientes com necessidades especiais.

Registo de Clientes com Necessidades Especiais

Para assegurar esta forma de tratamento personalizado, os Clientes com Necessidades Especiais devem registar-se junto da CEL, sendo necessário o preenchimento do seguinte modelo e apresentação de documentos comprovativos da situação invocada.

No caso de incapacidade temporária, o registo tem a validade de um ano. Este deve ser renovado ao fim desse período, caso se mantenha a situação que justificou a sua aceitação.

No caso do consumidor não ter possibilidade em deslocar-se às instalações da Cooperativa, poderá realizar o seu pedido através do endereço de email: celoureiro@celoureiro.com, por fax através do nº. 256 691 417 ou por carta para as instalações da CEL na Rua Dr. Sá Carneiro, nº. 830, 3720-062 Loureiro OAZ. O modelo a preencher encontra-se aqui disponível.


Apresentação de reclamações, tratamento e prazos de resposta ORD COM

As reclamações podem ser apresentadas pessoalmente na sede da CEL (no balcão de atendimento), por e-mail para o departamento de qualidade (ana.lobo@celoureiro.com e elisabete.oliveira@celoureiro.com) ou ainda pelo telefone 256692318 / 256698140 e deverão conter a identificação, a morada do local de consumo e a descrição dos motivos da reclamação e outros elementos informativos que facilitem o seu tratamento.

Consideram-se reclamações as comunicações em que o reclamante considera não terem sido devidamente acautelados os seus direitos ou satisfeitas as suas expectativas (artº. 38, nº. 2 do Regulamento 455/2013). A CEL irá proceder ao tratamento da reclamação e responder conforme prazos definidos no RQS (artº. 41, nº. 4).

Caso a reclamação não tenha sido integralmente decidida a favor das pretensões do reclamante a entidade que recebeu a reclamação deve informar o reclamante relativamente ao seu direito de reclamação junto da ERSE (artº. 38, nº. 8 do Regulamento nº. 455/2013).

A 21 de junho de 2017 foi publicado o Decreto-Lei n.º 74/2017 que alterou o regime jurídico do Livro de Reclamações e criou o Livro de Reclamações Eletrónico.

Procedimentos associados à resolução de conflitos ORD COM

Os interessados podem apresentar reclamações junto da entidade com quem se relacionam contratual ou comercialmente, sempre que considerem que os seus direitos não foram devidamente acautelados, em violação do disposto no regulamento de qualidade de serviço e na demais legislação aplicável.

A CEL mantém atualizado o registo dos seus clientes e as reclamações por eles apresentadas.

Sem prejuízo do recurso aos tribunais, judiciais e arbitrais, nos termos da lei, se não for obtida junto da entidade com quem se relacionam uma resposta atempada ou fundamentada ou a mesma não resolver satisfatoriamente a reclamação apresentada, os interessados podem solicitar a sua apreciação pela ERSE, individualmente ou através de organizações representativas dos seus interesses.

A intervenção da ERSE deve ser solicitada por escrito, invocando os factos que motivaram a reclamação e apresentando todos os elementos de prova de que se disponha.

A ERSE promove a resolução de conflitos através da mediação, conciliação e arbitragem voluntária ou necessária, nos termos da legislação aplicável.

Para mais informações, consultar nesta página de internet o separador clientes / arbitragem.

Contratos de Fornecimento de Energia ElétricaCOM

Encontram-se aqui disponíveis as condições gerais dos contratos de fornecimento de energia elétrica para cooperantes / clientes em BTE e em BTN ao abrigo do regime do mercado liberalizado.

Contratos de fornecimento de energia elétrica para clientes BTE

Contratos de fornecimento de energia elétrica para clientes BTN

Serviços disponíveisCOM

A CEL desenvolve a sua atividade na área da distribuição e comercialização da energia elétrica na freguesia de Loureiro, de acordo com a sua área de concessão.

Os nossos serviços passam pela manutenção e ampliação da rede de distribuição, assim como execução de baixadas para os clientes.
Temos disponível para os nossos clientes um serviço de comunicação de avarias 24 horas por dia nº. 800 914 514 e um serviço de comunicação de leituras nº. 800 914 514.

PreçosCOM

Consulte aqui as tarifas de venda a clientes finais:

Tarifas Transitórias / Mercado Regulado e Mercado Liberalizado

Periodicidade de faturaçãoCOM

Conforme previsto no artigo nº. 221 do Regulamento de Relações Comerciais, salvo acordo em contrário, a periodicidade da faturação de energia elétrica entre os comercializadores, os comercializadores de último recurso e os respetivos clientes é mensal.

As partes podem, conforme parágrafo anterior, acordar num prazo de periodicidade diferente do previsto, desde que o cliente considere que o prazo lhe é mais favorável.

Sempre que a periodicidade acordada nos termos do referido anteriormente não for observada, o pagamento do valor exigido pode ser fracionado em prestações mensais a pedido do cliente, considerando o período de faturação apresentado a pagamento, sem prejuízo do regime aplicável em sede de prescrição e caducidade.

Se o incumprimento da periodicidade da faturação resultar de facto não imputável ao cliente, às prestações mensais previstas no número anterior não devem acrescer quaisquer juros legais ou convencionados.

Meios de pagamento disponíveis e procedimentos em caso de mora COM

Modalidades de Pagamento

A Cooperativa Eléctrica de Loureiro, CRL, tem ao dispor dos seus Cooperantes/Clientes as seguintes modalidades de pagamento das facturas de energia eléctrica:

1º - Pagamento aos Leitores/Cobradores e no Serviço de Atendimento da CEL (escritório);
Em dinheiro, por cheque, à ordem da CEL, através do serviço Multibanco (TPA) no escritório da CEL ou aos Cobradores através de Terminal de Pagamento Automático (TPA) Móvel.

2º Autorização de Pagamento por Débito Direto
Não tem encargos para o cliente. Evita perdas de tempo e preocupações com prazos de pagamentos.
Mensalmente, a CEL envia ao Cliente a factura com o valor a pagar e o Banco efectuará a transferência da conta do cliente para a conta da CEL.
O cliente dá a ordem à CEL para proceder ao Débito Direto para liquidação das facturas apresentadas pela Cooperativa.
O Cliente para aderir a este modo de pagamento terá de efectuar obrigatoriamente o requerimento no Serviço de Atendimento da CEL (Escritório).

3º - Pagamento por Transferência Bancária no Multibanco ou Homebanking
O cliente, obrigatoriamente, mediante requerimento no Serviço de Atendimento da CEL (Escritório), poderá aderir a esta modalidade de pagamento. Todos os meses receberá na sua morada postal factura da CEL a mencionar o valor em débito e a data limite de pagamento. O respectivo NIB da CEL para transferência encontra-se no rodapé da factura de energia.
Com a factura o cliente pode dirigir-se ao Multibanco ou através da internet (Homebanking) e seleccionar a opção de Transferências Bancárias - Digitar o NIB da CEL e introduzir o valor a pagar - Confirmar no fim e guardar o talão do Multibanco como prova de pagamento.

Não Pagamento

O não pagamento das faturas dos comercializadores e comercializadores de último recurso dentro do prazo estipulado para o efeito constitui o cliente em mora e pode fundamentar a interrupção do fornecimento de energia elétrica, nos termos do Regulamento das Relações Comerciais em vigor.

Os atrasos de pagamento ficam sujeitos a cobrança de juros de mora à taxa de juro legal em vigor, calculados a partir do dia seguinte ao vencimento da fatura.

Tratando-se de clientes em BTN dos comercializadores de último recurso, se o valor resultante do cálculo dos juros previsto no número anterior não atingir uma quantia mínima a publicar anualmente pela ERSE, os atrasos de pagamento podem ficar sujeitos ao pagamento dessa quantia, de modo a cobrir exclusivamente os custos de processamento administrativo originados pelo atraso (os valores publicados pela ERSE são 1,25 € para atrasos até 8 dias e 1,85 € para atrasos de pagamento superiores a 8 dias).

Métodos de estimativa de consumo utilizados para faturaçãoCOM

MÉTODOS DE CÁLCULO DA ESTIMATIVA DE CONSUMO

1 – Enquadramento

De acordo com o previsto no “Regulamento de Relações Comerciais do Setor Elétrico”, nos casos em que não existam leitura dos equipamentos de medição dos clientes, poderão ser utilizados métodos estimativos, de acordo com o estipulado no “Guia de Medição, Leitura e Disponibilização de Dados”. A publicação de ambos os documentos é da responsabilidade da ERSE e poderão ser consultados na sua totalidade nos links:
Regulamento de Relações Comerciais do Setor Elétrico
Guia de Medição, Leitura e Disponibilização de Dados

2 – Métodos Estimativos e periodicidade de leituras

Para os clientes alimentados em BTN (potências contratadas até 41,40 kVA, inclusive) o intervalo máximo entre duas leituras reais do equipamento de medição não deve ser superior a 3 meses, sendo possível efetuar consumos estimados nos períodos intermédios entre as duas leituras reais. Para os clientes alimentados em BTE não estão previstas leituras por estimativa, sendo obrigatoriamente reais.
Assim, de acordo com o estipulado no “Guia de Medição, Leitura e Disponibilização de Dados” publicado pela ERSE, poderão ser adotados dois métodos distintos:
Método de estimativa A – “Perfil”
Método de estimativa “B” – “Consumo Fixo”

Quando da contratação do fornecimento de energia elétrica, o cliente poderá optar por um dos dois métodos. No entanto, o método de “Consumo Fixo” não é utilizado na área de intervenção da CEL enquanto comercializador uma vez que as leituras em BTN são realizadas mensalmente, pelo que são sempre reais, com exceção dos contadores de energia elétrica associados a poços de rega.
De qualquer forma, em caso de alguma eventualidade que não nos permita efetuar a contagem real todos os meses, os métodos de cálculo utilizados são os descritos no “Guia de Medição, Leitura e Disponibilização de Dados”, os quais descrevemos sucintamente. Para maiores detalhes deverá ser consultado o documento referido no link seguinte: Guia de Medição, Leitura e Disponibilização de Dados

3 – Explicação geral dos métodos de estimativos utilizados na faturação da CEL:


3.1 – Ponto de entrega com histórico de leituras:
Este método estimativo é utilizado quando o histórico de leituras reais abrange pelo menos um período de 12 meses.
São utilizadas duas expressões de cálculo, consoante se trate de BTN simples ou tarifas multi-horárias:

  1. BTN simples

  1. Tarifas multi-horárias em BTN

3.2 – Ponto de entrega sem histórico de leituras:
Este método estimativo é utilizado para os pontos de entrega sem histórico de consumos ou no caso dos novos contratos.
Este método pressupõe a definição de um Consumo Anual por Escalão de Potência Contratada (CAEPC), dependendo do consumo verificado e da potência contratada, sendo calculado para cada ano, de acordo com a expressão:

Após a determinação do um Consumo Anual por Escalão de Potência Contratada (CAEPC), o consumo médio diário será calculado através das expressões seguintes, consoante se trate de BTN simples ou tarifas multi-horárias:

  1. BTN simples

  1. Tarifas multi-horárias em BTN

- Tarifas bi-horárias

- Tarifas tri-horárias

4 – Conclusões

Embora previsto na documentação indicada no ponto 1, em praticamente todas as situações a CEL efetua, através dos seus leitores/cobradores, leituras reais. Caso por razões imprevistas não seja possível efetuar leitura real, os métodos estimativos referidos permitem uma avaliação bastante rigorosa dos consumos previsíveis no período considerado.

Dada a complexidade dos cálculos necessários, sugerimos a consulta da documentação completa através dos links indicados no ponto 1.

Compensação do fator de potênciaCOM

COMPENSAÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA

1 - O que é a energia reativa?

A energia reativa é uma forma de energia elétrica não produtiva necessária ao funcionamento de muitos equipamentos elétricos ou eletromecânicos e assume normalmente valores mais elevados nas instalações industriais.
Existem formas de minimizar e, em alguns casos, de eliminar esta energia, reduzindo as necessidades de transporte e distribuição de potência, com consequentes reduções de custos a vários níveis.

2 - Principais inconvenientes da energia reativa:

Os inconvenientes da energia reativa são distribuídos por toda a cadeia de produção, transporte, distribuição e consumo de energia. Alguns destes inconvenientes são o que em seguida se descrevem.

  • Produção:
    • Instalação de alternadores de maiores capacidades, logo mais caros;
    • Diminuição do rendimento e aumento das perdas dos alternadores;
    • Transformadores de maiores potências;
    • Aparelhos de proteção, comando e manobra mais dispendiosos pelos aumentos das potências dos equipamentos referidos.

  • Transporte e distribuição
    • Necessidade de cabos de maiores secções devido às necessidades de transporte de potências mais elevadas;
    • Transformadores de maiores potências;
    • Aparelhos de proteção, comando e manobra mais dispendiosos pelos aumentos das potências dos equipamentos referidos;
    • Maiores quedas de tensão e perdas por efeito de Joule (aquecimento) nas linhas e cabos.
  • Consumidor final
    • Secções mais elevadas dos condutores/cabos;
    • Quedas de tensão e perdas por efeito de Joule (aquecimento) nos condutores/cabos;
    • Aparelhagens de comando, proteção e manobra de calibres superiores, logo mais dispendiosos;
    • Transformadores de maiores potências.

3 – Vantagens da compensação do fator de potência

Em potências reduzidas em BTN (potências até 41,40 kVA), esta compensação não é muito habitual, embora por vezes seja possível conseguir um ligeiro aumento da potência útil (potência ativa) disponível sem que exista necessidade de promover uma contratação de potências superiores, mas os ganhos, uma vez que são reduzidos, carecem de estudos cuidados de relação preço/benefício pelo que não é muito utilizada a compensação do fator de potência para instalações alimentadas em BTN.
No caso do BTE (potências contratadas superiores a 41,40 kVA) e no caso da Média Tensão, poder-se-ão atingir ganhos significativos, dependendo da potência instalada e do tipo de equipamentos em exploração na instalação, pelas razões anteriormente referidas. Tal como no caso do BTN e aqui em maior escala, os ganhos na potência útil (potência ativa) poderão ser bastantes significativos.

4 – Como compensar o fator de potência da instalação

Existem várias soluções de compensação do fator de potência, sendo a mais utilizada as baterias de condensadores instaladas em paralelo com a instalação e controladas de forma automática de acordo com as necessidades de consumo da instalação a cada momento. Esta é a solução mais económica e a mais difundida em termos de BTE e MT.
Existem no entanto outras soluções, como sejam a compensação através de motor síncrono ou através de eletrónica de potência, esta última habitualmente com recurso a tirístores. Estas opções são no entanto muito mais dispendiosas, pelo que apenas se utilizam em situações muito particulares que são definidas caso a caso.
O fator de potência de uma instalação deverá ser compensado na medida exata do seu consumo, isto é, deverá ser dimensionada corretamente a capacidade das baterias de condensadores a instalar, para falarmos apenas na situação mais comum, para que se limite ao máximo o consumo de energia reativa na instalação, mas em que por outro lado não seja injetada energia reativa nos períodos noturnos na rede de distribuição ou transporte.

5 – Legislação em vigor sobre a faturação da energia reativa

Devido a todos os problemas e inconvenientes referidos, a legislação atual prevê que o consumo de energia reativa indutiva em período fora de horas de vazio e o fornecimento de energia reativa capacitiva á rede em período de horas de vazio ou super vazio seja cobrado ao cliente, criando assim um forte incentivo á compensação do fator de potência da instalação.

Os fatores multiplicativos a aplicar ao preço de referência de energia reativa publicados pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, por escalão de faturação de energia reativa indutiva são:

Fatores por escalão de faturação de energia reativa indutiva

 

Descrição

Fator multiplicativo

Escalão 1

Para  0,3 ≤tg φ < 0,4

0,33 (a partir de 1.1.2012)

Escalão 2

Para  0,4 ≤tg φ < 0,5

1,00

Escalão 3

Para   tg φ  ≥ 0,5

3,00

 

No caso do fornecimento á rede de energia reativa capacitiva, não é aplicado qualquer fator multiplicativo.

6 – Conclusões

Conforme explicado, é de todo o interesse que ao nível da Produção, do Transporte, da Distribuição e do Consumidor exista um cuidado especial em promover um reduzido consumo de energia reativa.
Qualquer esclarecimento adicional poderá ser obtido junto dos Serviços Técnicos da CEL e a documentação relativa á faturação da energia reativa poderá ser obtida através do link: Informação Sobre Faturação de Energia reativa

Interrupção do fornecimento ou cessação do contrato de fornecimento e encargos associadosCOM

Factos imputáveis aos clientes que podem justificar a interrupção do fornecimento ou a cessação do contrato de fornecimento e encargos associados à reposição do serviço.

O fornecimento de energia elétrica pode ser interrompido pelo operador de rede por facto imputável ao cliente nas seguintes situações:

a) Impossibilidade de acordar data para leitura extraordinária dos equipamentos de medição, nos termos referidos no Artigo 269.º.

b) Impedimento de instalação de dispositivos de controlo da potência nas instalações de clientes em BTN, nos termos previstos no Artigo 267.º.

c) Impedimento de acesso ao equipamento de medição.

d) A instalação seja causa de perturbações que afetem a qualidade técnica do fornecimento a outros utilizadores da rede, de acordo com o disposto no RQS.

e) Alteração da instalação de utilização não aprovada pela entidade administrativa competente.

f) Incumprimento das disposições legais e regulamentares relativas às instalações elétricas, no que respeita à segurança de pessoas e bens.

g) Cedência de energia elétrica a terceiros, quando não autorizada nos termos do Artigo 112.º do presente regulamento.

h) Verificação da existência de procedimento fraudulento ou na falta do pagamento devido, nos termos da legislação aplicável.

i) O cliente deixa de ser titular de um contrato de fornecimento ou, no caso de cliente que seja agente de mercado, de um contrato de uso das redes.

j) Quando solicitado pelos comercializadores e pelos comercializadores de último recurso, nas situações previstas no Artigo 137.º.

k) Quando solicitada pelos comercializadores de último recurso, nas situações previstas no Artigo 143.º.

Pode consultar os encargos associados à reposição de serviço em preços para serviços específicos a prestar pela CEL.

Custos associados à denúncia antecipada do contrato de fornecimento pelos clientesCOM

Sobre este tema poderá consultar o ponto 13.º - Cessação do Contrato das condições gerais dos contratos de fornecimento de energia elétrica em vigor.

Utilização eficiente da energia elétricaCOM

Níveis de Conforto 

Um objectivo comum a toda a sociedade consiste na obtenção de adequados níveis de conforto, quer nas habitações, quer nos locais de trabalho, em simultâneo com preocupações ambientais e económicas, cabendo a cada cidadão promover a utilização de energia de uma forma mais eficiente e racional.

Como podemos contribuir ativamente neste processo de harmonização entre mais conforto e melhor ambiente ?

Através de pequenos gestos: desligar a luz de uma sala vazia, corrigir temperatura de um termóstato (cilindro/aquecedor), ou utilizar sempre as máquinas de lavar louça e roupa na sua carga máxima.

Alertamos ainda para a leitura atenta das instruções dos fabricantes de eletrodomésticos, nomeadamente em termos de potência elétrica, consumos de energia, eficiência energética, normas, condições de utilização e segurança.

Potências Recomendadas

Todos os aparelhos eléctricos têm uma pequena placa onde está inscrita a sua potência, que vem normalmente expressa em Watt (W) podendo, todavia, também estar expressa em kW (1kW=1000W ~ 1kVA).
Potências e Consumos médios mensais
A informação abaixo referida é puramente orientadora dado que o consumo de cada instalação varia em função da potência instalada (somatório das potências dos aparelhos eléctricos), do número de horas de utilização, do número de pessoas que a utilizam e da forma como se usam os aparelhos eléctricos.

Aparelhos Potência média (Watt) Consumo médio mensal (kWh)
Iluminação 500 12
Ferro de engomar 1000 15
Secador 500 5
Televisão 200 30
Arca congeladora 200 30
Frigorífico 200 40
Máq. lavar roupa 2500 50
Máq. lavar louça 3000 60
Fogão eléctrico 5000 150
Forno eléctrico 2000 20
Fritadeira eléctrica 1500 10
Termoacumulador 12-14 (W/litro) 200
Aquecimento 70-90 (W/m2) 15-20 (kWh/m2)*
Ar condicionado 15-20 (W/m2) 3-4 (kWh/m2)

* Conforme o nível de isolamento da habitação e a utilização do equipamento

Potências recomendadas

A potência a contratar pelo Cliente depende, em cada momento, do número e da potência dos equipamentos existentes na sua instalação, bem como da forma e simultaneidade da sua utilização, dado que quantos mais equipamentos usar simultaneamente maior será a potência necessária.
A título meramente exemplificativo, indicam-se algumas potências recomendadas em função da existência e utilização de determinados electrodomésticos.

Se possuir a aparelhagem indicada no último nível de potência (13,8 kVA) e não desejar sujeitar-se a qualquer condicionamento de utilização, é recomendável a contratação das potências de 17,25 kVA, 20,7 kVA, ou outras superiores.
Se verificar que a potência que contratou não está adequada às suas necessidades (como, por exemplo, aumento ou diminuição do número de aparelhos eléctricos), poderá em qualquer momento solicitar a alteração (aumento ou diminuição) da potência inicialmente contratada.

Conselhos úteis

Princípios básicos para a Utilização Racional de Energia

Os equipamentos deverão:

Funcionar apenas nos períodos necessários;

Fornecer apenas a potência necessária para o fim a que se destinam;

Evitar utilizações opostas em simultâneo, como por exemplo, o aquecimento e o arrefecimento;

Procurar sempre tirar o máximo partido das condições naturais.

Tenha sempre presente a segurança, particularmente no que respeita às crianças, prevenindo possíveis acidentes.

Na compra de qualquer electrodoméstico deverá ser tido em conta seu consumo eléctrico, bem como, quando aplicável, o consumo de água e respectivos consumíveis.

Tenha sempre em atenção a etiquetagem energética. Quando não exista etiqueta, procure informar-se junto do seu fornecedor.
E lembre-se:

No saber usar é que está o ganho - Nosso e do Planeta.

Etiquetagem energética

O progresso tecnológico permite, hoje em dia, lavar roupa utilizando menores quantidades de água, conservar alimentos e cozinhá-los sem desperdiçar frio e calor, ver televisão ou ouvir música sem consumir kWh inúteis. Os aparelhos são cada vez mais ricos em recursos e em performances devendo haver, no acto da compra, a preocupação de atender à “eficiência energética dos aparelhos”.

Para evitar que os consumos domésticos de electricidade aumentem desnecessariamente, é conveniente a utilização correcta e eficiente dos electrodomésticos. Para que tal aconteça os Clientes terão de ter acesso a informação clara que lhes permita escolher correctamente entre diferentes aparelhos e utilizá-los adequadamente.

Para auxiliar os utilizadores a efectuarem as escolhas mais acertadas foi criada a etiqueta energética, que classifica os equipamentos de A (mais eficientes) a G (menos eficientes).

Esta etiqueta é de colocação obrigatória nos principais aparelhos electrodomésticos à venda em todos os países membros da União Europeia. A etiqueta fornece informações normalizadas sobre o consumo de electricidade e de água dos aparelhos.

Sistemas de automação doméstica

A automação doméstica — domótica — é um sistema que pode ser constituído à medida e de acordo com a exigência de cada utilizador, abrangendo diferentes áreas tais como:

O Conforto: Sistemas de climatização, controlo de iluminação, motorização de estores e janelas, telecomando de portas e portões;

A Segurança: Controlo de acessos, detectores de fumo, fugas de gás, águas, equipamentos de alarme local e à distância, detectores de intrusão;

A Gestão de Energia: Racionalização de energia com reguladores automáticos de temperatura, recurso a tarifa Bi-horária, redução de iluminação;

As Comunicações: Processamento automático de chamadas telefónicas em caso de alarme contra intrusão, telecuidado, controlo remoto, etc.

A utilização da domótica permite melhor conforto, elevados níveis de segurança, economia de energia e melhores comunicações, portanto, uma melhor qualidade de vida.

Águas Quentes

O termoacumulador de água quente, vulgarmente designado por cilindro eléctrico, deverá sempre ser colocado dentro da habitação e nunca ao ar livre, evitando-se assim muitas perdas de energia. Se possível, é até conveniente isolá-lo com material adequado.

A sua instalação deverá ser próxima do(s) ponto(s) de maior utilização permitindo assim reduzir ao máximo os desperdícios de água quente, conseguindo-se desta forma obter o máximo de eficiência com custos mais reduzidos na factura da água e da electricidade.
No mercado, existem dois tipos de termoacumuladores: standard que poderão ser de alta e baixa pressão, e de duplo nível.

Estes últimos têm a particularidade de possuírem duas resistências, uma de acumulação para o período nocturno e outra de aquecimento rápido, caracterizando-se ainda por um melhor isolamento térmico. São dotados de comando através de interruptor horário programado para tirar partido das vantagens da utilização da tarifa Bi-horária. Este tipo de comando pode, no entanto, ser associado a qualquer modelo de termoacumuladores, potenciando uma redução na factura energética.

A substituição do termoacumulador convencional por outro deste tipo é fácil, não implicando quaisquer alterações em termos de infra-estruturas eléctricas e/ou de construção civil.

Se estiver ausente mais do que 3 dias, deverá desligar o termoacumulador. Se a ausência for menor, baixe a temperatura de regulação do termóstato.

Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (AVAC)

Aquecimento

Importa ter sempre presente que uma boa orientação solar (Nascente-Poente) condiciona as necessidades energéticas e o conforto.
Durante o dia, suba ou abra as persianas. Ao anoitecer, feche-as e corra as cortinas para reduzir as perdas de calor.

As janelas devem estar sempre fechadas. Para possibilitar o arejamento de um qualquer compartimento, é suficiente manter as janelas abertas por um período de 10 minutos. Períodos mais longos, não provocam benefícios adicionais para o ambiente e a temperatura interior descerá tanto que será necessário gastar muito mais energia para voltar a ter condições de conforto.

Uma interessante e económica forma de aquecimento reside na utilização de aquecedores de acumulação. Estes aquecedores são constituídos por blocos de material cerâmico, em cujo interior se encontram resistências eléctricas. Mesmo estando ligados apenas entre 5 a 8 horas, podem dissipar calor durante 24 horas, mantendo uma temperatura bastante homogénea no local a aquecer.

O que torna este tipo de aquecimento economicamente atraente face a outros, quer eléctricos, quer utilizando outras fontes de energia, é o facto de se poder tirar partido da tarifa Bi-horária, aproveitando as horas de vazio (durante a noite e fins de semana), para efectuar o armazenamento de calor.

Ventilação e Ar Condicionado

Para evitar o desconforto causado pelas diferentes temperaturas sentidas no Inverno/Verão, bem como as variações do teor de humidade, existem no mercado vários sistemas de climatização ambiental que se evidenciam pela capacidade de controlar a temperatura, humidade, ventilar e ainda filtrar o ar ambiente.

Embora haja aparelhos de ar condicionado que têm apenas função de arrefecimento, há também outros baseados na bomba de calor, que funcionam efectuando a transferência de energia calorífica de um meio para outro, arrefecendo-o ou aquecendo-o, conforme o objectivo.
A bomba de calor é um equipamento que transfere mais do triplo da energia térmica relativamente à energia eléctrica consumida tendo, portanto, um rendimento bastante elevado.

A maioria dos equipamentos é baseada na tecnologia Inverter, a qual permite uma maior eficiência energética, reduzindo o consumo de energia e proporcionando uma melhor regulação de temperatura.

Deverá existir um cuidado especial relativamente à limpeza das condutas dos sistemas AVAC, assim como a manutenção de um caudal apropriado de renovação de ar.

Iluminação

Aproveitar a luz natural, sempre que possível

Os níveis de iluminação devem estar conforme as necessidades das tarefas a executar (habitação ou local de trabalho), devendo evitar-se candeeiros ou armaduras com quebra-luz muito opacos.

As lâmpadas fluorescentes são as mais adequadas para utilização em espaços que requerem boa luminosidade e com necessidades longas de iluminação (mais de 20 minutos seguidos), como é o caso de cozinhas, casas de banho e áreas de serviço.

Existem ainda as lâmpadas fluorescentes compactas, especialmente recomendadas para utilização contínua por longos períodos de tempo (mais de 1 hora), preparadas para um elevado número de manobras (acender e apagar), sendo a sua instalação compatível quer com as armaduras existentes, quer com os casquilhos tradicionais das lâmpadas incandescentes. Apresentam uma vida útil cerca de 8 vezes superior à das lâmpadas incandescentes, um consumo de energia eléctrica cerca de 80% inferior e ainda reduzido tamanho.

 

Poderá obter informações como poupar energia utilizando-a melhor no seguinte link

Códigos de conduta, nos termos do RRCORDCOM

ORDOperador de Rede

COMComercializador e Comercializador de Último Recurso

Monitorização da Qualidade da Energia Elétrica

Plano de Monitorização da Qualidade da Energia Elétrica Biénio 2015-2016

Conforme o disposto no art.º 27.º do Regulamento de Qualidade de Serviço e no Procedimento n.º 8 do MPQS, após análise da ERSE e parecer da DGEG, foi aprovada a proposta de Plano de Monitorização apresentada pela CEL para o biénio 2015-2016, cujo texto integral publicamos.

Plano Monitorização - CEL Biénio 2015-2016

Data de publicação 20/01/2016

Monitorização da qualidade da energia elétrica

De acordo com o previsto no Artigo 27.º do Regulamento da Qualidade de Serviço do Setor Elétrico, operacionalizado pelo Procedimento nº 8 do Manual de Procedimentos da Qualidade de Serviço do Setor Elétrico, foi submetido à aprovação da ERSE a 18 de novembro de 2014 o plano de Monitorização da Qualidade de Serviço da Energia Elétrica para o biénio 2015/2016, tendo este plano sido aprovado pela ERSE conforme comunicações desta de 09 de novembro de 2015.

Assim, o Plano de Monitorização da Qualidade de Serviço da Energia Elétrica previa que durante o ano de 2015 fossem efetuadas 2 campanhas de monitorização pelo período mínimo de 3 meses cada. A CEL optou por monitorizar os Postos de Transformação nº 13 (Maninho) e nº 14 (Zona Industrial II), ambos pertencentes a duas zonas industriais de Loureiro, logo com clientes mais sensíveis a variações na qualidade da onda de tensão dada a atividade desenvolvida.

Após a recolha dos dados da monitorização, vem a CEL publicar os resultados desta, conforme previsto no Regulamento da Qualidade de Serviço do Setor Elétrico.

Uma análise geral de ambos os Postos de Transformação permite verificar que estão cumpridos todos os parâmetros da qualidade da energia elétrica impostos pela NP EN 50160.

2015

Data de publicação 22/04/2016

Data da última atualização 06/05/2016

Monitorização do Posto de Transformação nº 13

NUTS III
Entre Douro e Vouga

Área de concessão
Loureiro

Concelho
Oliveira de Azeméis

Posto de Transformação nº 13 - Maninho
CIL: 0076821078

Ano do estudo
2015

Período de análise
21/04/2015 a 17/07/2015

CAVAS DE TENSÃO (DIP)
Voltagem residual: u (%) Duração: t (ms)
10 ≤ t ≤ 200 200 < t ≤ 500 500 ≤ t ≤ 1000 1000 ≤ t ≤ 5000 5000 ≤ t ≤ 60000
90 > u ≥ 80 3 0 1 0 0
80 > u ≥ 70 0 0 0 0 0
70 > u ≥ 40 4 0 0 0 0
40 > u ≥ 5 0 0 0 0 0
5 > u 0 0 0 0 0
SOBRETENSÕES (SWELL)
Voltagem de pico: u (%) Duração: t (ms)
10 ≤ t ≤ 500 500 < t ≤ 5000 5000 < t ≤ 1000
u ≥ 120 0 0 0
120 > u > 110 0 0 0

Monitorização do Posto de Transformação nº 14

NUTS III
Entre Douro e Vouga

Área de concessão
Loureiro

Concelho
Oliveira de Azeméis

Posto de Transformação nº 14 - Zona Industrial II
CIL: 0083059208

Ano do estudo
2015

Período de análise
17/07/2015 a 19/10/2015

CAVAS DE TENSÃO (DIP)
Voltagem residual: u (%) Duração: t (ms)
10 ≤ t ≤ 200 200 < t ≤ 500 500 ≤ t ≤ 1000 1000 ≤ t ≤ 5000 5000 ≤ t ≤ 60000
90 > u ≥ 80 11 3 1 0 0
80 > u ≥ 70 0 1 0 0 0
70 > u ≥ 40 0 4 0 0 0
40 > u ≥ 5 0 1 0 0 0
5 > u 0 0 0 0 0
SOBRETENSÕES (SWELL)
Voltagem de pico: u (%) Duração: t (ms)
10 ≤ t ≤ 500 500 < t ≤ 5000 5000 < t ≤ 1000
u ≥ 120 0 0 0
120 > u > 110 0 0 0

2016

Data de publicação PT nº. 1_05/12/2016

Data de publicação PT nº. 12_26/08/2016

Monitorização do Posto de Transformação nº 1

NUTS III
Entre Douro e Vouga

Área de concessão
Loureiro

Concelho
Oliveira de Azeméis

Posto de Transformação nº 1 - Alumieira
CIL: 0071878275

Ano do estudo
2016

Período de análise
05/08/2016 a 01/11/2016

CAVAS DE TENSÃO (DIP)
Voltagem residual: u (%) Duração: t (ms)
10 ≤ t ≤ 200 200 < t ≤ 500 500 ≤ t ≤ 1000 1000 ≤ t ≤ 5000 5000 ≤ t ≤ 60000
90 > u ≥ 80 2 0 0 0 0
80 > u ≥ 70 1 0 1 0 0
70 > u ≥ 40 7 0 0 0 0
40 > u ≥ 5 2 0 0 0 0
5 > u 0 0 0 0 1
SOBRETENSÕES (SWELL)
Voltagem de pico: u (%) Duração: t (ms)
10 ≤ t ≤ 500 500 < t ≤ 5000 5000 < t ≤ 1000
u ≥ 120 0 0 0
120 > u > 110 0 0 0

Monitorização do Posto de Transformação nº 12

NUTS III
Entre Douro e Vouga

Área de concessão
Loureiro

Concelho
Oliveira de Azeméis

Posto de Transformação nº 12 - Igreja
CIL: 0071878264

Ano do estudo
2016

Período de análise
26/04/2016 a 28/07/2016

CAVAS DE TENSÃO (DIP)
Voltagem residual: u (%) Duração: t (ms)
10 ≤ t ≤ 200 200 < t ≤ 500 500 ≤ t ≤ 1000 1000 ≤ t ≤ 5000 5000 ≤ t ≤ 60000
90 > u ≥ 80 5 3 1 3 0
80 > u ≥ 70 0 0 0 0 0
70 > u ≥ 40 2 4 1 0 0
40 > u ≥ 5 0 1 0 0 0
5 > u 0 0 0 0 0
SOBRETENSÕES (SWELL)
Voltagem de pico: u (%) Duração: t (ms)
10 ≤ t ≤ 500 500 < t ≤ 5000 5000 < t ≤ 1000
u ≥ 120 0 0 0
120 > u > 110 0 0 0

Monitorização da Qualidade da Energia Elétrica

Plano de Monitorização da Qualidade da Energia Elétrica Biénio 2017-2018

Conforme o disposto no art.º 27.º do Regulamento de Qualidade de Serviço e no Procedimento n.º 8 do MPQS, após análise da ERSE e parecer da DGEG, foi aprovada a proposta de Plano de Monitorização apresentada pela CEL para o biénio 2017-2018, cujo texto integral publicamos.

Plano de Monitoriação Biénio 2017 - 2018

Data de publicação 04/08/2017

Monitorização da qualidade da energia elétrica

De acordo com o previsto no Artigo 27.º do Regulamento da Qualidade de Serviço do Setor Elétrico, operacionalizado pelo Procedimento nº 8 do Manual de Procedimentos da Qualidade de Serviço do Setor Elétrico, foi submetido à aprovação da ERSE a 19 de setembro de 2016 o plano de Monitorização da Qualidade de Serviço da Energia Elétrica para o biénio 2017/2018, tendo sido aprovado a 01/08/2017.

Assim, o Plano de Monitorização da Qualidade de Serviço da Energia Elétrica previa que durante o ano de 2017 fossem efetuadas 2 campanhas de monitorização pelo período mínimo de 3 meses cada. A CEL optou por monitorizar os Postos de Transformação nº 19 (Graciosa) e nº 17 (Moura). O primeiro numa zona habitacional e com uma rede de extensão de rede de baixa tensão elevada; o segundo numa das zonas industriais de Loureiro, logo com clientes mais sensíveis a variações na qualidade da onda de tensão dada a atividade desenvolvida.

Após a recolha dos dados da monitorização, vem a CEL publicar os resultados desta, conforme previsto no Regulamento da Qualidade de Serviço do Setor Elétrico.

2017

No posto de transformação nº 19 – Graciosa, verifica-se um desequilíbrio nas tensões de alimentação quase constante, superior ao previsto na EN 50160, o qual embora não seja objeto de qualquer reclamação por parte dos Cooperadores / Clientes da CEL, irá ser objeto de estudo mais aprofundado de forma a que se consigam entender as razões para tal.

Aventamos a possibilidade de a extensão da rede ou algum eventual problema no transformador ser a causa deste desequilíbrio de tensões. Na manutenção a efetuar durante o mês de setembro de 2017, iremos analisar com maior profundidade esta questão e efetuar nova campanha de monitorização mal seja possível.

Monitorização do Posto de Transformação nº 19 - 04/08/2017

NUTS III
Entre Douro e Vouga

Área de concessão
Loureiro

Concelho
Oliveira de Azeméis

Posto de Transformação nº 19 – Graciosa
CIL: 0114745427

Ano do estudo
2017

Período de análise
07/04/2017 a 04/07/2017

CAVAS DE TENSÃO (DIP)
Voltagem residual: u (%) Duração: t (ms)
10 ≤ t ≤ 200 200 < t ≤ 500 500 ≤ t ≤ 1000 1000 ≤ t ≤ 5000 5000 ≤ t ≤ 60000
90 > u ≥ 80 8 2 1 3 0
80 > u ≥ 70 1 1 1 0 0
70 > u ≥ 40 1 0 0 1 0
40 > u ≥ 5 0 0 0 0 0
5 > u 0 0 0 0 0
SOBRETENSÕES (SWELL)
Voltagem de pico: u (%) Duração: t (ms)
10 ≤ t ≤ 500 500 < t ≤ 5000 5000 < t ≤ 1000
u ≥ 120 0 0 0
120 > u > 110 0 0 0

Monitorização do Posto de Transformação nº 17 - 15/11/2017

NUTS III
Entre Douro e Vouga

Área de concessão
Loureiro

Concelho
Oliveira de Azeméis

Posto de Transformação nº 17 - Moura
CIL: 0111953404

Ano do estudo
2017

Período de análise
18/07/2017 a 20/10/2017

CAVAS DE TENSÃO (DIP)
Voltagem residual: u (%) Duração: t (ms)
10 ≤ t ≤ 200 200 < t ≤ 500 500 ≤ t ≤ 1000 1000 ≤ t ≤ 5000 5000 ≤ t ≤ 60000
90 > u ≥ 80 20 0 0 0 0
80 > u ≥ 70 4 0 0 0 0
70 > u ≥ 40 9 0 0 0 0
40 > u ≥ 5 0 0 0 0 0
5 > u 0 0 0 0 0
SOBRETENSÕES (SWELL)
Voltagem de pico: u (%) Duração: t (ms)
10 ≤ t ≤ 500 500 < t ≤ 5000 5000 < t ≤ 1000
u ≥ 120 0 0 0
120 > u > 110 0 0 0